quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vírus brasileiro falsifica 'cadeado

06/12/2010 08h56 - Atualizado em 06/12/2010 09h00
Vírus brasileiro falsifica 'cadeado
de segurança' para roubar senhas
Código sofisticado também apaga programas de proteção.
Ataque usa um applet Java para infectar o sistema.
Altieres Rohr
Especial para o G1*

imprimir Um “mandamento” frequentemente repetido sugere que usuários verifiquem a presença do cadeado de segurança no navegador web. O cadeado serve para confirmar que o site que se está visitando é o site verdadeiro – o que está na barra de endereços – e que a comunicação é segura. Mas pragas digitais conseguem “falsificar” o cadeado. A coluna Segurança para o PC explica como isso acontece.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.


Cadeado de segurança autentica a página e
criptografa o conteúdo para proteger senhas
de interceptação. (Foto: Reprodução)Um vírus capaz de realizar a façanha de falsificação do cadeado foi recentemente encontrado por Fabio Assolini, pesquisador antivírus brasileiro da fabricante russa Kaspersky Lab. Assolini investigou a praga e verificou que ela instala uma “autoridade certificadora” (AC, ou CA, na sigla em inglês) no Windows.

O “cadeado de segurança” que aparece nos navegadores web é um certificado SSL. O certificado diz ao navegador como ele deve embaralhar a informação para impedir que ela seja decodificada, caso alguém consiga interceptá-la. Nesse mesmo processo, o certificado precisa informar qual é seu dono, autenticando o site e informando ao usuário que esse é mesmo o site legítimo – pois não devem existir dois certificados para o mesmo site.

O navegador (seja ele o Internet Explorer, o Firefox, o Chrome, Opera, Safari ou outros) confia nessa informação porque o certificado é assinado por uma autoridade certificadora, que funciona como um “cartório digital”. Cada certificado precisa ser “carimbado” por uma autoridade certificadora e o navegador web traz consigo meios de reconhecer os carimbos dados pelos “cartórios” em que ele confia.

Se o certificado não tiver um “carimbo” dessas organizações, o navegador exibirá um erro apontando os problemas encontrados no certificado.

Em um ataque de phishing – em que o internauta recebe um e-mail falso em nome do banco que imediatamente solicita as informações –, o criminoso não tem o controle sobre o computador da vítima. No entanto, quando o usuário instala um vírus no PC, as possibilidades de ataque são mais variadas.


Nos detalhes do certificado, o campo 'emitido por' é diferente do certificado original.
(Foto: Reprodução/Kaspersky)A praga identificada pela Kaspersky redireciona os sites de bancos por meio do arquivo hosts, cujo funcionamento foi explicado por essa coluna anteriormente. O “problema”, para o criminoso, é que o site falso terá exatamente o mesmo endereço do site do banco e, por isso, não irá exibir um certificado – e não é possível obter um certificado para um site que já tem um certificado emitido (as autoridades certificadoras devem conversar entre si para não assinarem dois certificados idênticos). Os criminosos arranjam outro jeito: o vírus adiciona um novo “cartório confiável” na lista dos navegadores. Com isso, os criminosos podem carimbar certificados para qualquer site e o navegador irá ver que a assinatura é de uma autoridade confiável, mostrando o cadeado e nenhuma mensagem de alerta.

“Com o ataque concluído, as vítimas passam a ser direcionadas para páginas falsas de bancos com cadeados de segurança e com o https na barra de endereço. Nenhum alerta será exibido na tela no acesso ao site falso, nem quanto a veracidade do certificado digital que está sendo usado, pois ele foi atestado como “legítimo”pela Autoridade Certificadora falsa”, escreveu o especialista da Kaspersky.

Infecção e remoção de programas de segurança
A Kaspersky identificou que a praga usa applets Java para se instalar no sistema. Nesse ataque, mais sofisticado, o internauta visita uma página e é imediatamente infectado caso a versão do Java esteja vulnerável. Após a infecção, o vírus apaga uma chave no registro que avisa o usuário a respeito de atualizações do Java, garantindo que a versão vulnerável permaneça instalada.


Lista de certificados instalados no sistema.
Vírus precisa adicionar servidor do criminoso
a esta lista. (Foto: Reprodução)Em seguida, o vírus instala um driver de sistema com o intuito de garantir a resistência da infecção. Drivers são programas especiais que rodam com privilégios elevados, normalmente usados para permitir que o sistema “converse” corretamente com periféricos (hardware). O driver malicioso tem o intuito de impedir que o vírus seja removido enquanto apaga os softwares de segurança usados pelos bancos.

Finalmente, a praga instala a autoridade certificadora falsa e um arquivo hosts que irá redirecionar os sites de bancos para sites idênticos controlados pelos criminosos. Com isso, o vírus dispensa a criação de janelas falsas ou captura de teclas (keylogging). Afinal, o usuário estará visitando o site “verdadeiro” (inclusive com o cadeado de segurança), mas com o criminoso como ponte entre as duas pontas da conexão, garantindo o roubo dos dados.

Vale ressaltar que essa não é uma vulnerabilidade no protocolo de segurança dos cadeados. Uma vez infectados, computadores não podem mais ser confiados – e isso inclui o cadeado. A Kaspersky recomenda que um computador exclusivo seja usado para acesso ao internet banking quando possível, demonstrando a dificuldade em detectar esse tipo de ataque. Fora isso, a única possibilidade é verificando manualmente o certificado – coisa que poucos usuários fazem ou mesmo saberiam fazer.

Assolini também recomenda que usuários falem com o banco no caso de suspeita de irregularidades na página e, claro que um antivírus atualizado seja usado.

A lição que fica é a de que está cada vez mais difícil combater ataques depois que eles já tiveram início. O melhor a se fazer é ficar prevenido: atualizando o navegador, sistema e plugins e desconfiando de links maliciosos em e-mails.

A coluna Segurança para o PC de hoje fica por aqui. Se você tem alguma dúvida ou sugestão, deixe-a na área de comentários, porque quarta-feira tem o pacotão com respostas a leitores. Fique também atento para notícias e alertas a qualquer momento aqui no G1. Até a próxima!

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/virus-brasileiro-falsifica-cadeado-de-seguranca-para-roubar-senhas.html

IE9 vai bloquear rastreamento do que o internauta faz na web









A próxima versão do Internet Explorer terá um recurso que permitirá aos usuários impedir determinados sites de segui-los. A medida surge no momento em que órgãos governamentais dos EUA estudam a criação de um sistema através do qual os internautas possam optar por não serem rastreados por sites na internet.

Muitos anúncios e elementos invisíveis da Web, de informação sobre o clima a cotações de ações e vídeos, são capazes de carregar automaticamente o endereço de internet de um usuário e a página de web que ele esteja visitando. Essas informações são armazenadas em "cookies", como são chamados os dados salvos pelo navegador, e com o tempo os sites criam perfis de cada usuário.

O recurso estará disponível no Internet Explorer 9, que será lançado no próximo ano, e permitirá aos usuários limitar a capacidade das empresas de monitorá-los online. O IE 8 e o Firefox já tem ferramentas que permitem a navegação sem deixar nenhum tipo de traço, mas o novo recurso criará uma "personalização" dos sites que podem ou não armazenar dados sobre o usuário.

O anúncio vem menos de uma semana após a Comissão Federal de Comércio defender a criação de um mecanismo "não me siga", que alerte websites quando um internauta desejar não ser monitorado. Jon Leibowitz, presidente da comissão, elogiou a a atitude da Microsoft.

"A Microsoft merece enorme crédito por dar aos consumidores mais escolhas sobre quem pode rastrear sua navegação online", disse, "Além disso, esse anúncio demonstra que a tecnologia está disponível para permitir esse controle."

A Microsoft disse que estava aplicando os princípios apresentados no relatório da FTC, incluindo a idéia de que as empresas devem construir funções de privacidade nos seus produtos. O novo recurso, chamado de Proteção contra Rastreamento, funciona com base em listas criadas pelos usuários de sites com os quais eles não querem compartilhar informações.

As listas podem ser criadas por indivíduos ou por organizações, como grupos de defesa do consumidor, que podem disponibilizá-las para o público em geral. Uma vez ativado, o mecanismo identifica e bloqueia a a coleta de dados através de cookies e outroaoutras ferramentas que rastreiam os internautas.

Jules Polonetsky, o co-presidente e diretor da Future of Privacy Forum, disse que os usuários provavelmente usarão listas publicadas por sites nos quais confiam em vez de criar as suas próprias, acrescentando que a maioria das pessoas provavelmente vai simplesmente ignorar a opção.

- O usuário médio não vai ter uma lista de 500 empresas de publicidade e 600 de análise de tráfego - argumenta Polonetsky - Eles acabam confiando em alguém para criar uma lista.

Empresas de publicidade online temem que uma política oficial do governo sobre o assunto possa prejudicar seus modelos de negócios. Rik van der Kooi, vice-presidente corporativo de publicidade da Microsoft, disse que as ferramentas de privacidade podem conviver com o crescimento da publicidade online.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Justiça dos EUA condena Google por invasão de privacidade. A multa? US$ 1

Após dois anos e meio de batalha legal, casal aceita indenização por ter propriedade particular fotografada e divulgada no Street View.

Depois de uma batalha legal que durou dois anos e meio, a Google foi considerada culpada por invasão de propriedade de uma família da Pensilvânia, por tirar fotos do local e publicá-las no serviço Maps.

A pena, no entanto, é simbólica. A Google terá de pagar apenas 1 dólar a Aaron e Christine Boring. O casal processou a Google em 2008, exigindo indenização e punição.

No começo desta semana, a juíza Cathy Bissoon, da Corte Distrital da Pensilvânia, encerrou o caso com uma sentença negociada, o que significa que ambas as partes concordaram com os termos finais.

Em 2008, os Borings acusaram a Google de invasão de privacidade, ação negligente, enriquecimento ilícito e invasão de propriedade depois que um carro do Google Street View entrou e fotografou sua propriedade em Pittsburgh – que inclui uma estrada privativa que leva à residência do casal – e a foto foi parar no Maps.

“Este é o doce dólar que nos dá razão”, disseram os Borings, em comunicado.

Recurso
O processo foi julgado improcedente em fevereiro de 2009, mas os Borings entraram com recurso. O Terceiro Circuito de Corte de Apelação reverteu a improcedência e devolveu o caso a uma instância inferior.

Um porta-voz da Google afirmou, por e-mail, que a empresa comemora a solução dada ao caso. “Estamos satisfeitos que este processo tenha finalmente terminado, com a aceitação pelos queixosos de que receberão apenas 1 dólar”, disse.

No entanto, Gregg Zegarelli, advogado dos Borings, afirmou que o histórico do caso e seus documentos ajudarão outras pessoas, grupos e agências do governo que decidam tomar ações legais ou regulatórias sobre violações e invasões de privacidade por meio da tecnologia.

Sua empresa de advocacia até montou um site na Internet sobre o caso, chamado Google Trespass. “O objetivo é ajudar outras pessoas a se defender, bem como avaliar tempo e custos”, afirmou, em declaração.

AVG: Falha Grave Deixa Computadores Inoperantes

Diversos computadores utilizando o Windows 7 (sistemas de 64 bits), ficaram fora de operação devido a uma atualização automática do antivírus AVG. Isso aconteceu por causa de uma falha no antivírus que faz o PC reiniciar diversas vezes, que o usuário até chega a perder a conta. Essa falha gravíssima atinge a versão paga e a versão gratuita do AVG, ocorrendo apenas em computadores que possuem o Windows 7 de 64 bits.

Muitos usuários relataram o sério problema ocorrido em seus computadores: quando o mesmo era ligado, o AVG exibia uma mensagem dizendo que era necessário reiniciar a máquina, e após concluir o procedimento, o computador parava de funcionar. Tão logo ocorria o carregamento do sistema operacional, ele reiniciava mais uma vez. O processo se repetia, mesmo quando a partida era realizada em modo de segurança ou até mesmo no prompt de comando, o que inviabilizava a utilização do computador.

Em decorrência desse fatos, a AVG reconhece a culpa, dizendo que a atualização apresenta um problema sério, o que acabou por danificar o sistema de seus usuários. Em sistemas de 64 bits, ocorre a instalação de arquivos incorretos que fazem com que o sistema reinicie inúmeras vezes. Segundo declarações feitas pela AVG, já houve a remoção dos servidores dessa atualização causadora de transtornos. Os usuários que não receberam tal atualização, tiveram sorte pois ficaram isentos do problema.

FONTE:http://under-linux.org/avg-falha-grave-deixa-computadores-inoperantes-2074/

BrOffice Impress - APRESENTAÇÕES COM SLIDES

Impress é um software multi-plataforma (Windows, Linux, Mac OS X e Solaris) destinado a produzir apresentações de código aberto, desenvolvido pela Sun Microsystems e incluído em sua suíte comercial StarOffice. Também é distribuído gratuitamente nos pacotes OpenOffice.org, BrOffice e NeoOffice, sem modelos prontos ou cliparts — que, no entanto, podem ser obtidos através da Open Clip Art Library. É compatível com outros programas similares como o Microsoft PowerPoint e o Corel Presentations.

As principais características distintivas do Impress dentro dos demais softwares do gênero é a possibilidade de exportar nativamente as apresentações em Flash e em PDF, dispensando o uso de visualizadores específicos para máquinas sem o Impress instalado.

Possui uma ampla gama de efeitos especiais de transição de slides e composição de imagens. Porém, em algumas placas de vídeo, é necessário que a aceleração de vídeo esteja desabilitada para que esses efeitos funcionem da maneira esperada

Broffice CALC

Calc é um software de planilha eletrônica multiplataforma de código aberto, desenvolvido originalmente pela StarDivision e posteriormente pela Sun Microsystems, sendo parte integrante de sua suíte comercial de aplicativos StarOffice. Também é distribuído gratuitamente com as suítes OpenOffice.org, BrOffice e NeoOffice.

Sua característica mais marcante, que difere entre os demais programas de planilhas, é o sistema que define automaticamente as séries para representar gráficos com base na disposição dos dados do usuário. Também tem suporte à exportação de planilhas no formato PDF. O formato nativo é o ODF, porém pode ler e exportar planilhas do Microsoft Excel (até versão 2007) e Lotus 123. O Calc ainda lê formatos legados que não são mais suportados pelo Microsoft Excel a partir da versão 2007 SP1.

Em alguns casos, há falta de algum assistente para atender certas funções avançadas como cálculos estatísticos e análise de regressão polinômica, que só podem ser feitas por meio das funções e macros. As macros podem ser escritas nas linguagens Basic, JavaScript, Perl ou Python.

Software livre: Writer é quase um cover do Word, porém gratuito

Editor de textos Writer, do pacote de aplicativos OpenOffice mostra-se um programa bastante próximo do Word(pacote Microsoft Office), líder hegemônico do mercado. Além de ser gratuito, outros pontos de destaques do Writer são a boa compatibilidade com os formatos da Microsoft e os comandos similares aos do concorrente _motivo pelo qual cada vez mais empresas, governos e outras entidades têm adotado essa alternativa.

Vantagens e Desvantagens (OpenOffice Writer X Microsoft Word)
Pró
1) É gratuito - É um dos principais fatores que tem levado empresas, governos e outras entidades a adotar o OpenOffice. Uma versão do pacote da Microsoft custa, no mínimo, R$ 400, com número restrito de instalações;

2) Tem o suporte de comunidade de software livre - Como em outros softwares livres, a rede de suporte entre os usuários é bastante grande. Na página do projeto OpenOffice Brasil (http://www.openoffice.org.br/saite/), há links para quem quer auxiliar outros usuários e também há recursos para quem necessita de ajuda;

3) Salva no formato PDF - Outro grande trunfo é salvar os documentos diretamente no formato do Adobe Reader, utilizado para impressão em gráficas, por exemplo;

4) Compatibilidade - Apesar de propor que os documentos sejam salvados no formato .odt, extensão de código aberto, o Writer também salva e abre arquivos no formato .doc, utilizado pela Microsoft. Mas pode "bagunçar" algumas formatações de estilos específicos ou muito complexos _o que não impede a leitura do arquivo. Com isso, quem decidir utilizar o Writer pode até não manter o Word na máquina. Se estiver em um ambiente com máquinas equipadas com Office, é recomendável salvar os arquivos em .doc, pois o programa da Microsoft não lê arquivos .odt;

5) Instalador de fontes gratuitas - Um recurso interessante, não presente no Word, busca fontes gratuitas para instalar. Para acessá-lo, clique em Arquivo > Assistentes > Instalar fonte da Web;
Reprodução

6) Melhor configuração de numeração - Montar uma lista de marcadores e numeração é uma das tarefas mais irritantes do Word. No Writer, a tarefa é facilitada com uma barra exibida a cada vez que você lida com listas numeradas. Nela, botões permitem rapidamente aplicar subníveis à lista (por exemplo, 1.1, 1.2), recuar ou avançar o espaçamento, entre outras funções. Dica: para formatar o estilo de uma lista, clique na barra de estilo. Clique em "Mais..." e, em seguida, no ícone "estilo de listas". Escolha um estilo de lista numerada (numeração 1, por exemplo), clique com o botão direito do mouse e, então, escolha "modificar" (veja figura ao lado);

7) Melhor aproveitamento do recurso "estilo" - No Word, o recurso é usado para definições de parágrafo e fontes. No Writer, a função é mais completa: é possível definir inclusive o tipo de página utilizada (se espelhada, por exemplo). A ferramenta pode ser explorada para diagramar documentos maiores, como trabalhos acadêmicos ou outros materiais que tenham diferentes estilos de página.

Contra
1) Poucos modelos prontos - A galeria de modelos prontos do Word pode ser bastante útil. A lista de modelos do Writer é mais limitada;

2) Dicionário ortográfico fraco - Algumas conjugações verbais (como "separe" e "divida") não são reconhecidas pelo corretor ortográfico do Writer. Há, ainda, o incômodo de ter de baixar o dicionário após a instalação;

3) Não tem corretor gramatical - Os dicionários são apenas ortográficos e de hifenização. Em algumas línguas, oferece também o dicionário de sinônimos;

4) Estilos de autoformatação de tabelas - As opções para aplicar cores, bordas e padrões de tabelas do Writer são menos variadas do que as do Word;

5) Teclas de atalho em inglês - Usuários do Word em português notaram logo um "furo" na versão brasileira do Writer: as teclas de atalho não foram traduzidas. Se você selecionar um texto e digitar CTRL+N, o que equivaleria ao comando negrito no Word, terá aberta uma nova janela. Para aquela função, o atalho utilizado é CTRL+B (bold), como em inglês. Veja os atalhos para os principais comandos:

CTRL + B - Negrito
CTRL + I - Itálico
CTRL + U - Sublinhado
CTRL + A - Seleciona tudo
CTRL + F - Localiza palavar no texto
CTRL + O - Abre um novo documento
CTRL + P - Imprime
CTRL + S - Salva
CTRL + N - Cria novo documento